No fim de abril, uma operação da
Polícia Federal e da Controladoria-Geral da União (CGU) apontou a existência de
um esquema de descontos não autorizados feitos por sindicatos em aposentadorias
e pensões.
A comissão mista tem a
participação de deputados e senadores foi uma forma encontrada pela oposição
para driblar a fila de CPIs da Câmara.
A deputada federal Coronel
Fernanda (PL-MT) afirma ter conseguido 182 assinaturas de deputados, o
suficiente para permitir a abertura da comissão. No Senado, Damares Alves
(Republicanos-DF) afirma ter conseguido 29 assinaturas, número que também seria
o suficiente para o início do colegiado.
Ainda existe a possibilidade da
retirada de assinaturas até que o protocolo seja finalizado. Nesta segunda, o
líder do Republicanos, Gilberto Abramo (SP), que havia assinado o requerimento,
pediu para que seu apoio fosse retirado.
O que diz o governo
O governo vem argumentando junto
a líderes e deputados com maior influência nas bancadas que já existe uma
investigação em curso feita pela Polícia Federal, e que uma CPMI ou CPI
serviria apenas para uso político contra o Palácio do Planalto .
Entre os partidos que fazem parte
da base do governo, 11 deputados do MDB assinaram o requerimento, 11 do PSD, 13
do Republicanos, 14 do PP e um assinatura do PSB, do deputado Heitor Schuch
(RS).
Apesar do recolhimento de
assinaturas e de protocolar o pedido, a instalação de uma CPMI depende do
presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), ler o requerimento de
abertura em plenário. Ou seja, a comissão para investigação do INSS só seria
aberta com a concordância de Alcolumbre.
Fonte: Folha de Pernambuco.



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