Essa foi a alternativa emergencial encontrada pela Companhia para preservar o volume que ainda resta no reservatório e, assim, manter o fornecimento de água pela rede de distribuição até que novas chuvas voltem a acumular água na barragem. Em função dessa realidade, de pouca água no manancial, a Compesa precisou ajustar o calendário para três dias com água e doze dias sem. O novo regime de distribuição está disponível no site da Compesa (www.compesa.com.br), na aba Calendário de Abastecimento para consulta.
A Compesa pede a compreensão dos moradores e orienta para que a água disponibilizada seja usada com cautela, sem desperdício, não apenas pelo nível da barragem Morojozinho, mas também com o intuito de ajudar aqueles que residem nas partes mais altas do município que ainda tem maior dificuldade de abastecimento. A Compesa tem a expectativa de que o inverno deste ano seja melhor do que o do ano passado, permitindo assim, a regularização do manancial e normalização do abastecimento da cidade. Mas independente disso, a Companhia vem buscando alternativas de curto e médio e longo prazo com soluções para ampliar a oferta de água para a Mata Norte, com o objetivo de mitigar os impactos para a população no período de escassez. Nesse contexto, destaca-se a reativação do Sistema Usina Barra e o trabalho em curso da área de qualidade para permitir o uso da água deste manancial que está exigindo mais da fase de tratamento, devido à alta turbidez.
Outra ação em andamento é o projeto para a construção de uma nova adutora que saíra direto da Barragem de Morojozinho até a Estação de Tratamento de Nazaré da Mata, garantindo uma maior vazão da água. A expectativa é iniciar esta intervenção ainda neste ano, após a finalização do projeto ainda neste semestre. E, por fim, está prevista uma obra estruturadora que contempla a implantação do Sistema Produtor Integrado da Mata Norte, a partir da Barragem de Carpina, que está em fase de projeto na Companhia.


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