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Programa Espaço da Mulher, desta sexta-feira discutiu sobre as principais leis de defesa e empoderamento feminino.

Para a discussão a apresentadora Eliane Rodrigues contou com a presença da Delegada e Deputada Estadual Gleide Ângelo. 

Delegada Gleide Ângelo firme na construção de uma rede de amparo às mulheres.Parlamentar mostra no legislativo mesmo empenho que a tornou conhecida na Polícia Civil. 

Em dois anos e meio de trabalho, já são 45 projetos de lei sancionados, muitos deles já em execução. Outra centena deles está em tramitação nas diversas comissões da Assembleia Legislativa. Assim, a Delegada Gleide Ângelo constrói seu projeto político com a expressiva marca de quase 150 projetos de leis apresentados. Reafirmando o compromisso levantado durante a campanha, a maior parte dos trabalhos referem-se a pautas sobre as mulheres, inclusive, com a aprovação da Emenda Constitucional 46/19.

A mudança na Constituição reconhece a situação de vulnerabilidade social enfrentada pelas mulheres vítimas de violência doméstica e familiar e regulamenta o seu enfrentamento, assim como o combate às desigualdades de gênero, como competência do Estado.

Apesar de evidente, a criação e a execução de uma legislação inclusiva à causa das mulheres vitimizadas se faz urgente e necessária, haja vista as estatísticas alarmantes divulgadas pela Secretaria de Defesa Social do Governo do Estado.

Apenas no último final de semana, quatro mulheres foram vítimas de feminicídio, fruto de um machismo há muito enraizado na cultura pernambucana. Os dados mais recentes divulgados pelo governo também apontam que no primeiro trimestre de 2021, foram registradas 10.761 queixas de crimes de violência contra a mulher no estado: número que já corresponde a 25% do total registrado em todo o ano passado.

Desde o início da pandemia da Covid-19, os meses onde houve maior rigidez social, foram aqueles que apresentaram os menores índices de boletins de ocorrência feitos. “As estatísticas apenas reproduzem o cotidiano de silêncio e de omissão a que muitas mulheres são submetidas.

É uma vivência de medo e de opressão. Essa mulher não vai procurar ajuda, porque ela está 24h por dia com seu agressor. Ela não vai denunciar, ela não sabe a quem recorrer. Essa mulher vive com medo constante; medo de apanhar, medo de morrer. Como o Estado pode auxiliar essas mulheres?”, pondera a Delegada.

Nesse sentido, leis como a 16.587/19, que obriga os condomínios à comunicação imediata da existência de indícios de crimes de violência doméstica e familiar contra mulheres, e a lei 16.632/19, que determina que as instituições de saúde, públicas e privadas, devam comunicar às autoridades responsáveis indícios de casos de violência contra mulher em seus estabelecimentos e serviços, são vitoriosos exemplos do trabalho construído pela Delegada.

Delegada Gleide Ângelo também apresenta projeto de amparo às mulheres com câncer de mama e de colo de útero

Apesar de fácil identificação e chances de cura, doenças concentram as maiores incidências entre as mulheres brasileiras.

Fonte: Imprensa - Alissa Farias

Confira o programa na Integra:

https://www.facebook.com/radioalternativafmamunam/videos/1105917153256212

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